sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Deitada de bruços sobre a cama bagunçada. O quarto tomado por rascunhos amassados. Trazia no rosto um olhar cansado, os dedos doloridos, o quarto de cabeça para baixo - a tampa da caneta havia sumido nos primeiros dez rascunhos -, e um coração jorrando aquela sensação de não-sei-de-nada que me impedia de fechar os olhos e pensar em coisas boas. Um oco. Um vazio. Um aviso de que está faltando um não sei o quê - um rumo, uma linha ou sentido para essa vida que, de tão simples, torna-se complicada. Precisava de um isso, um aquilo. Uns e mais uns. Um três-pontinhos. Um qualquer coisa. (http://boanoitecinderela.tumblr.com/ )
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário